Havia um corpo jogado na rua

“A verdade é que aquele corpo não era só um corpo (…) E se aquele corpo era a expressão física de nosso espírito, não é preciso dizer muito para entender o que aquilo representa.”

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Havia um corpo jogado na rua.

Ele apareceu lá, sem ninguém ver, nem saber de onde veio. Simplesmente apareceu jogado na rua tal qual um trapo velho do qual alguém se desfez depois de muito uso. Aquele corpo estava jogado na rua e, aparentemente, ninguém se deu conta disso. Ele estava ali, jogado, estatelado no chão, indigente e, de certo modo, indigesto. Era um corpo e ele estava jogado na rua.

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A solidão do suicida

“Às vezes, um sorriso largo demais pode esconder dores profundas demais.”

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Foto tirada por Pedro H. C. de Sousa. Todos os direitos reservados. 2017.

Sim, pessoal, este é mais um texto (entre muitos) a falar sobre o suicídio. Então, sente-se onde quer que você esteja, acomode-se confortavelmente porque iremos falar sobre um assunto que merece toda a nossa atenção e compreensão. Mas, se você não estiver afim de ler o que tenho a dizer, tudo bem. Você pode fechar este site e seguir sua vida como se nada tivesse acontecido. Continue Lendo “A solidão do suicida”